Hoje preciso ser livre
Quero correr sem medos, sem anseio
E me perder...
Me perder por entre as árvores!
E me encontrar!
Caída por entre as figueiras...
Observando a lua que já surge,
Ainda que seja cedo.
Hoje não quero me censurar!
Quero sentir o frescor do vento em meu rosto
E o cheiro de eucalipto em minha pele...
E o cheiro da natureza – E só!
Hoje corro pelos campos verdes da imaginação
Ignorando tantas coisas fúteis.
Os pássaros acalantam felizes
Me ninando por entre as nuvens.
O barulhinho das ondas do mar me invade
Me invade sem intenção de domínio
Invade minha mente e me rouba o raciocício.
Hoje esperarei a noite chegar
Até mesmo se for fria
Permanecerei aqui – Imóvel!
Nesta mesma amena calmaria...
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sábado, 16 de agosto de 2008
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